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quarta-feira, 15 de maio de 2013

MÚSICA DO DIA - STEPPENWOLF: BORN TO BE WILD

Começando a semana "em casa" depois de dois dias na "capitá".

A ordem é fechar os vidros, ligar o motor e pisar fundo no acelerador.

Seguir na estrada que está lá, esperando por mim....



Born to be wild

Get your motor running
 Head out on the highway
 Looking for adventure
 In whatever comes my way

 Yeah, darling, gonna make it happen
 Take the world in a love embrace
 Fire all of your guns at once and
 Explode into space

 I like smoke and lightning
 Heavy metal thunder
 Racing with the wind
 And the feeling that I'm under

 Yeah, darling, gonna make it happen
 Take the world in a love embrace
 Fire all of your guns at once and
 Explode into space

 Like a true nature's child
 We were born, born to be wild
 We can climb so high
 I never want to die

 Born to be wild
 Born to be wild

 Get your motor running
 Head out on the highway
 Lookin' for adventure
 In whatever comes our way

Yeah, darling, gonna make it happen
Take the world in a love embrace
Fire all of your guns at once and
Explode into space 

Like a true nature's child
We were born, born to be wild
We have climbed so high 
I never want to die 

Born to be wild 
Born to be wild

quarta-feira, 1 de maio de 2013

LET'S TALK ABOUT: FORMULA 1 - CARROS LINDOS, DESEMPENHO PÍFIO - BRABHAM BT55

Um dos maiores delírios do genial projetista Gordon Murray mas também um dos maiores fracassos, pelo menos no ano de 1985.

Para mim, um mais belos carros de todos os tempos.

O BT 55 foi o último exemplar de uma linhagem que conquistou dois mundiais de pilotos com o Nélson Piquet.

Era um projeto arrojado para a época, que investiu pesado na aerodinâmica, ocasionando num carro muito baixo e plano. Com um design limpo e um esquema de cores sóbrio azul escuro e branco, era um conjunto harmoniosamente lindo.


Por ser muito baixo, tinha menos de um metro de altura até o santoantonio, forçava os pilotos guiarem quase deitados com as penas abertas, o que diziam dificultar fazer curvas, tamanho o desconforto que causava.


Além disso, para não interferir na aerodinâmica, a BMW teve de criar uma versão especial do motor M12 turbo "deitado", além de desenvolvimento especial das partes do carro, como suspensão e caixa de marchas, por exemplo.

Lembro do Jornal Nacional anunciar o carro e entrevistarem Niki Lauda e ele respondeu que o carro era lindo, só faltava saber se andava. Mas não andou.


Pouca potência do motor e caixa de marchas frágil provocaram diversas quebras no ano.

O resultado nas pistas foi um fracasso: apenas dois pontos em 16 corridas, além de provocado a morte do piloto Elio de Angelis em testes particulares no circuito de Paul Ricard.

Não é exagero creditar a esse modelo o começo da decadência da Brabham, que encerrou suas atividades anos depois.

Epílogo:

Em 1986 Gordon Murray se mudou para a McLaren, como diretor técnico e dois anos mais tarde, baseado nas idéias do BT55 e corrigidos os erros, construiu o MP4/4, carro que venceu 15 das 16 corridas possíveis e deu o primeiro título a Ayrton Senna.


Dados Técnicos


Carro: Brabham BT55 "Skate"
Projectista: Gordon Murray
Motor: BMW Turbo de 4 cilindros
Pilotos: Riccardo Patrese, Elio De Angelis (4 corridas), Derek Warwick (12 corridas)
Corridas: 16
Vitórias:0
Poles:0
Voltas Mais Rápidas:0
Pontos: 2 (Patrese)